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"...porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor."Josué 24:15
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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Mamãe pata

Sou uma mãe pata. Você pode imaginar a mamãe pata e seus patinhos nadando calmamente na lagoa e pensar que isso é super poético, mas não é.
Num desses domingos em que estávamos no sítio onde meus pais vivem, observávamos os patos na represa e meu tio fez a seguinte observação:

"O pato é um animal que nada, voa e anda, mas não faz nada disso direito"





Eu nunca havia escutado essa teoria e ela ficou martelando em minha mente por meses, porque sim, me sinto um pato. Sinto que sou dona de casa, mãe, esposa e estudante (agora estudante bolsista) e sinto que tenho a habilidade de um pato pra fazer tudo isso. Só não me sinto pior porque quando eu era apenas estudante eu não era a melhor da turma, não era uma estudante excepcional mesmo que fosse minha única tarefa. O mesmo aconteceu com as outras atribuições, mesmo que não tenham sido tão isoladas (depois que somos mães é díficil se enquadrar numa única função).

Esse vai ser um texto sem conclusão, perdoem. Apenas precisava dizer que essa vida de pato não tá fácil, e se você tem dicas eu não dispenso nenhuma, já que com a correria a terapia foi adiada por tempo indeterminado.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Ser mãe é

Ser mãe é ser
o braço que embala
o peito que sacia
a mão que acaricia
o beijo que sara
a alma inquieta
a solidão
ser mãe é ser colo
e sermão
e a dor que não cura
do coração aflito
que bate só pelo filho
é amar tanto
que não se sabe o quanto
é ser você ou ser eu
e perder-se
sem saber ao certo
se é uma pessoa só
ou se é toda mãe
ou se é todo filho
ou se é toda a gente
que sofre e chora
um dia por ser mãe
outro por não ter mãe
ou por não ter filho
mesmo sendo sempre mãe
(pra sempre e desde sempre)
Ser mãe é ser feliz
por apenas ter fé
Que um dia tudo se ajeita
Feliz por qualquer coisa
Que faça seu filho rir
Feliz por ser mãe
e por poder partir
Mas deixar um legado aqui
Em cada lição ensinada
Com palavras, com exemplos
Com carinho, com sacrifício
É conhecer toda dor e prazer
Ser mãe é sorrir e chorar
Mas acima de qualquer coisa
Ser mãe é amar, amar e amar

Alyne Ribeiro Souza Afonso


terça-feira, 19 de abril de 2016

Ser mãe de 3...

Ser mãe de 3 crianças é uma coisa difícil e cansativa. E não falo do trabalho físico que dá- fazer um monte de comida, lavar um monte de roupa, arrumar 3 camas todo dia, nem do dinheiro que se despende para qualquer coisa que se faça ou compre (tudo multiplicado por 3).
Falo sobre tentar lidar com os ciúmes, sobre dividir a atenção, sobre a tentativa quase sempre frustrada de tratar igual, ou de ser justa, de tentar entender as diferenças e as necessidades de cada uma. Enfim. É um trabalho duro. E não julguem a mim ou qualquer outra mãe que ousa confessar que em alguns momentos nos questionamos onde estávamos com a cabeça quando decidimos tem mais um. Isso acontece.
Mas também existem momentos como esse (Renata ajudando Rafaela na lição, sem que eu pedisse) ou como ontem que uma leu pra outra dormir, ou quando a Renata teve dor no ouvido e a Rafaela me ajudou a cuidar dela com todo amor. Ou quando a Ana as defende ou ensina algo que elas não sabem. Quando simplesmente uma leva a toalha pra outra no banho.
O primeiro momento assim, depois que tive a terceira foi quando ela, Rafaela, havia acabado de chegar em casa da maternidade e uma das meninas (não consigo me lembrar qual delas, Ana tinha 4 e Renata 2 anos e meio) nos chamou e disse que o bebê estava "vazando": Rafaela teve refluxo, e podia ter se engasgado sozinha no berço, se não fosse a atenção de uma irmã mais velha.
Daí penso que elas nunca estarão só. Que vão se ajudar e estar prontas uma para a outra, quando eu já não puder estar. E aí vale a pena o desgaste todo, a canseira...e meu coração fica cheio, e feliz por ter 3 (e se não fosse a laqueadura seriam 4...)




sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Ser mãe é uma escola...






Em quase oito anos de mãe e mais de dois escrevendo esse blog, venho tentando definir com precisão (e um pouco de poesia) o que "Ser mãe é...", acho que finalmente consegui. Ser mãe é uma escola de aprender a viver. Isso me veio a mente num momento qualquer durante essas férias.

Não quero com isso afirmar que alguém precisa ser mãe pra aprender a viver, mas quando você é mãe aprende a viver de uma forma muito diferente, e por mais individualidade que se tente manter, a gente acaba vivendo por e para outra pessoa, ao menos nos primeiro meses do bebê. Você aprende a levar o supérfluo do filho à frente de suas necessidades (profundo isso? Bem, às vezes significa ir ligar a TV e colocar no canal/ desenho que seu filho pediu mesmo estando super apertada pra ir ao banheiro, ainda que isso seja motivado também pela necessidade de privacidade no banheiro)

 Alguns dias antes acordei- muito mal morada pensando: "A maternidade só serviu pra revelar o que eu tinha de pior!" Me surpreendi com meu próprio pensamento, um tanto obscuro, por sinal, mas na hora estava tão brava (justamente por ter que me levantar ainda morrendo de sono) e nem consegui desviar dessas ideias...e continuei monologando..."Revelou o pior de mim, e ainda transformou minhas qualidades em defeitos" Parecia que não tinha sobrado nada de bom:
O que eu achava ser altruísmo era só uma sombra, uma cortina cobrindo minha personalidade egoísta. Não é egoísta de não querer dividir, ou de se achar mais importante. Mas me acho egoísta sim, por querer ficar sozinha com frequência, por querer fazer minha refeição em paz, e às vezes, como nesse dia, me chatear por não poder dormir o quanto queria.
O que muita gente que me conhecia (ou achava que conhecia) julgava ser paciência, aquela virtude tão apreciada..nada mais é do que pura lerdeza...disso eu já desconfiava. Sempre odiei esperar, ou ficar repetindo uma coisa pra que alguém entenda (ou no caso delas, obedeça) mas depois que me tornei mãe é que percebi de fato o quanto posso ser impaciente. E a lerdeza? Tá aqui, sempre ao meu lado, melhor dizendo, acho que está nas minhas costas, agarrada igual a uma Preguiça. E por falar em preguiça, ela é a mesma, desde sempre... a diferença é que antes eu sempre podia tirar um cochilo depois de jogar o uniforme e os livros pelo quarto.
Revelar meus "podres" e transformar virtudes em defeitos pode ser mesmo muito ruim, mas felizmente não foi tudo o que a maternidade fez por mim.

Ela me tornou mais mansa, muito acima da definição de mansidão que eu tinha...aquela ideia de pessoa que simplesmente aceita tudo do jeito que a vida entrega, de cabeça baixa, como se, assim, estivesse subindo alguns degraus até o céu. Hoje sei que sou mansa, pois sei que nem tudo é ou será como eu quero. Sei que não sou dona da verdade, sei que não estou sempre certa, e desconfio que, ao contrario, eu esteja SEMPRE errada, mas não me deixo abater, e sigo firme sabendo que é melhor errar tentando acertar do que se achar a imaculada.
 E me tornou humilde. O suficiente para aprender com uma criança que, em tese, deveria ser ensinada por mim.A ouvir as verdades que minha filha me diz às vezes, mesmo que meu ideal era ter todas as respostas.

Me tornou flexível, aprendi aceitar as diferenças e enxergar as pessoas de uma forma totalmente nova. A entender que nem tudo é culpa da mãe...E sobretudo que minha mãe fez SIM o melhor que ela poderia...e eu nunca chegarei aos pés dela.
Já me conformei com a ideia de não ter o controle do agora e muito menos, do futuro.
Aprendi na pratica o significado da frase "só sei que nada sei".
E, por fim, fiz a descoberta mais maravilhosa de todas: Aprendi que o amor se aprende. Assim como andar de bicicleta...ou qualquer coisa...Você aprende com a prática, e quanto mais ama, melhor fica nisso. E essa escola de ser mãe é ótima também em ensinar a amar...a amar alguém mais do que você mesma. Ainda estou longe de me formar.Na verdade, não pretendo sair nunca dessa escola. Quem sabe um dia me torno professora. Quem sabe o tempo me ajuda, e vou me graduando até me tornar uma mestra, doutora...e assim poderei repassar um pouco do que tenho aprendido. Mas, por enquanto, sou só uma simples aluna, uma aluna mediana, eu acho...Mas que a cada ano se esforça por melhores resultados, e é feliz, muito feliz, por ter a honra de frequentar essa tão renomada "escola de aprender a viver"!











segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Especial de Aniversário-Ser mãe é...Por Renata Palombo

 É hoje, o grande dia! Nem preciso dizer que "parece que foi ontem" que decidi expressar o que penso e sinto da maneira que mais gosto- escrevendo. E de palavrinha em palavrinha, hoje posso comemorar o primeiro ano desse meu projeto- que modéstia à parte, considero bem sucedido.
Não pelos números, muito menos por ganhos (afinal não tive ganho algum), mas pela sensação de estar fazendo algo que gosto e que por vezes, ajuda, ou ao menos entretêm quem passa por aqui. Meu objetivo de deixar registrado a história de minhas filhas- que é minha motivação maior, vem se realizando a cada dia, e isso me deixa muito feliz . 
Bem como um bebê, o blog vem crescendo- claro, não vou dizer que ele exige tanta atenção e trabalho quanto um filho, mas sim, cuido dele com muito carinho, e o retorno disso são, em seu aniversário de um ano meu "Bebêblog" ter: 


  • 192 postagens
  • 61 seguidores
  • 20.380 visitantes
  • 155 comentários (não inclusos os do Intense Debate)
Enfim, só tenho a agradecer a todos os amigos que acompanham o crescimento desse meu "filho mais novo", em especial os que estão sempre por aqui, participando com seus comentários ou com textos: muito obrigada!!!



E, continuando com as participações especiais das amigas blogueiras, teremos hoje o "Gran Finale" com a colaboração de Renata Palombo, mãe do Diego e da  Natalia.












"Pra mim ser mãe é "perder" um monte de coisas (privacidade, tempo, programas de tv preferido, momentos a só com o marido, aumento de gastos e etc), e ainda assim ter a deliciosa sensação de que ganhou o mundo inteiro!!!"

Renata Palombo


P.s.: tive a ideia de pedir a participação de amigas de ultima hora, por isso contatei apenas 3, que aceitaram prontamente o convite. Deixo um abraço e muito obrigado às queridas Fernanda PiresSabrina Luz e Renata Palombo: Adorei contar com vocês, não seria uma comemoração se não tivesse a "presença" de amigas assim!






sábado, 15 de setembro de 2012

Especial de Aniversário- Ser mãe é...por Fernanda Pires

O aniversário do blog está aí, é na Segunda-feira, e para comemorar, convidei algumas amigas para completar a frase que dá nome ao blog: "Ser mãe é..."
Vou postando uma por dia durante a semana, e desde já agradeço as queridas amigas que aceitaram meu convite.


Hoje começamos, e a primeira a participar é, não apenas uma blogueira e amiga, mas é minha prima linda e querida, mãe do igualmente lindo...não, o bebê dela é mais lindo, e muito mais fofo (desculpa Fê)
Enfim, deixarei que decidam pela foto: Essa é minha prima Fernanda e seu Joaquim:













E essa é a frase que ela completou:

"Ser mãe é ter a missão de transformar o mundo pelas sementes que plantamos nos corações dos nossos pequenos."

Fernanda Pires 









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