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"...porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor."Josué 24:15
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sábado, 30 de maio de 2020

Quando me tornei adventista...


    quinta-feira, 1 de outubro de 2015

    Doce Nome

    Ás vezes dá preguiça de ir à igreja com criança, eu confesso. Na verdade não é só à Igreja, mas muitos lugares dão canseira quando você está com 3 crianças. E quando nos dispomos a levar à igreja nem sempre percebemos o valor que essa atitude tem, ou achamos que isso não vai fazer muita diferença.
    Mas a fé não é hereditária, e se queremos transmiti-la aos nossos filhos, precisamos demonstrar a importância que a fé tem para nós, e ir à Igreja com eles faz parte disso (não é tudo, mas é importante).
    Nesse domingo mesmo cansados depois da semana agitada, Renato e eu decidimos ir, afinal a Ana, que saiu do hospital na quinta era quem mais queria ir.
    No louvor cantaram a música "Doce nome" da minha época de adolescente, mas que já nem me lembrava direito, não a cantava nem a ouvia há muito tempo.
    Hoje peguei a Renata cantando essa música linda. Interessante que ela conseguiu pegar uma boa parte, mesmo ouvindo só uma vez, e a parte que ela cantava era

                                 "Só de pronunciar o Teu nome, os meus medos se vão..."

    A Renata está passando por um período muito difícil, está com muito medo. Disseram pra ela que uma van tem roubado crianças na saída da escola, e mesmo com nossos esforços para convencê-la de que isso é só um boato de internet, ela ainda estava tendo dificuldade para superar o medo, então foi uma grande alegria quando percebi que ela estava não apenas cantando a música do louvor, mas também estava sentindo em seu coração a certeza de que o doce nome de Jesus pode afastar todo o medo.
    Nesse mundo terrível é difícil cultivar a fé, mas se nos propomos a isso, é certo que o Autor e Consumador dessa nossa Fé irá nos ajudar!



    terça-feira, 20 de dezembro de 2011

    Flechas nas mãos do Valente...

    "Como flechas nas mãos do valente, assim são os filhos nascidos na mocidade"
    Salmo 127:4



    Esse foi o vercículo que escolhi para o meu blog, como um "lema". Também foi o verciculo principal do Culto do Bebê da Rafaela (e outros bebês), em novembro. A pregadora, esposa de um pastor de uma congregação da nossa Igreja, falou de uma forma tão maravilhosa sobre o tema que de modo algum eu poderia deixar de postar sobre isso, só demorei porque estava pensando em pedir que ela mesmo escrevesse o texto, de acordo com a pregação. Acontece que eu não tenho contato algum com ela, só a vi dessa vez e pronto, então decidi escrever eu mesma. Acho que me lembro de todos os pontos que ela ressaltou: Apesar do verciculo ser pequeno, diz muitas coisas importantes:

    1. "Como flechas NAS MÃOS..."-  Me lembro perfeitamente de sua primeira pergunta_ "Quem aqui pode dizer 'meu filho está NA MINHA MÃO'?_ Não nas mãos da escola, da avó, da babá, mas nas suas mãos?" Infelizmente poucas pessoas presentes podiam responder positivamente, e eu me senti muito feliz por poder dizer "Sim, elas estão em minhas mãos-"  Ela completou- "Quem aqui acorda e vai dormir com os filhos?"-Ela não pedia respostas, ou manifestação alguma, apenas fazia as perguntas para refletirmos. Nesse momento percebi que até onde eu sabia, eu e minha amiga Karina, que também tem 3 filhas, éramos quase as únicas que podíamos novamente dar uma resposta positiva, apesar de sermos as mães com mais filhos ali (quase todos eram filhos únicos) e também termos menor formação acadêmica, e provavelmente as "menores rendas", muitos desafios e dificuldades, mas estávamos felizes com nossa vida, por sermos mães, e termos nossas pequeninas em nossas mãos.
    2. "...do valente..."  Ela ressaltou a importância de sermos fortes, guerreiros, lutar pelos nossos filhos. Em algum momento ela também fez um comentário muito interessante: Ela havia levado um brinquedo tipo arco e flecha, para demonstrar, e mostrou que na embalagem havia aquela velha recomendação "Proibido para menores de 3 anos" e acrescentou de forma irônica, mas muito relevante: "Quantas crianças de menores de 3 anos nós vemos por aí dominando seus pais? Parece que os pequenos é que tem seus pais nas mãos, e não o contrario!"
    3. Ela também falou da importância de termos um alvo claro para os nossos filhos -JESUS,  e ensiná-los com dedicação para que alcancem esse alvo, lembrando que o mais importante é o exemplo. Destacou o cuidado para que nossas flechas estejam "retas", e que nossos braços sejam fortes para "atirá-las".
    É tudo o que me lembro, não sei se foi tudo o que ela falou, mas isso realmente ficará marcado em nossos corações. Outro dia o Renato me disse: "E então, acho que já podemos atirá-las" Isso foi graças a um comentário muito sábio por parte da nossa primogênita, não me lembro bem o que, mas certo é que esse ano ela aprendeu a contar a "História do Livro sem Palavras" (vídeo aqui) ou seja, já conhece o plano de salvação e já até andou pregando por aí, imagine só!
    Esperamos somente ter forças e uma visão clara do Alvo- bem definido, e então atirá-las, para a Glória de Deus!








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