Quando me tornei adventista...Precisei aprender a guardar o sábado e a estudar a lição da escola sabatina.Parei de comer carne de porco e tomar café, o que pensei que seria impossível.Aprendi a usar vestido para ir à igreja e dei adeus às poucas bijuterias que eu tinha.Perdi vários amigos que não aceitaram a ideia de ter uma amiga adepta a tal "seita". A família também torceu o nariz e precisei ouvir coisas que não esperava.Meu esposo perdeu o emprego e o plano de saúde e precisei aprender a usar o SUS.Precisei negociar sobre as aulas de sexta-feira à noite na universidade e me desdobrar nos trabalhos em grupo que algumas vezes só podia se reunir ao sábado. Perdi muito conteúdo importante e precisei estudar dobrado para as avaliações.
Mas eu ganhei também. Ganhei uma nova família. Novos e bons amigos.Ganhei a certeza de estar no caminho certo.Ganhei um dia para descansar e desfrutar da companhia de minha família. Ganhei mais saúde e muita alegria.Sobretudo, ganhei a esperança em saber que o Senhor irá me buscar em breve .Maranata! O Senhor logo vem!
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sábado, 30 de maio de 2020
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Doce Nome
Ás vezes dá preguiça de ir à igreja com criança, eu confesso. Na verdade não é só à Igreja, mas muitos lugares dão canseira quando você está com 3 crianças. E quando nos dispomos a levar à igreja nem sempre percebemos o valor que essa atitude tem, ou achamos que isso não vai fazer muita diferença.
Mas a fé não é hereditária, e se queremos transmiti-la aos nossos filhos, precisamos demonstrar a importância que a fé tem para nós, e ir à Igreja com eles faz parte disso (não é tudo, mas é importante).
Nesse domingo mesmo cansados depois da semana agitada, Renato e eu decidimos ir, afinal a Ana, que saiu do hospital na quinta era quem mais queria ir.
No louvor cantaram a música "Doce nome" da minha época de adolescente, mas que já nem me lembrava direito, não a cantava nem a ouvia há muito tempo.
Hoje peguei a Renata cantando essa música linda. Interessante que ela conseguiu pegar uma boa parte, mesmo ouvindo só uma vez, e a parte que ela cantava era
"Só de pronunciar o Teu nome, os meus medos se vão..."
A Renata está passando por um período muito difícil, está com muito medo. Disseram pra ela que uma van tem roubado crianças na saída da escola, e mesmo com nossos esforços para convencê-la de que isso é só um boato de internet, ela ainda estava tendo dificuldade para superar o medo, então foi uma grande alegria quando percebi que ela estava não apenas cantando a música do louvor, mas também estava sentindo em seu coração a certeza de que o doce nome de Jesus pode afastar todo o medo.
Nesse mundo terrível é difícil cultivar a fé, mas se nos propomos a isso, é certo que o Autor e Consumador dessa nossa Fé irá nos ajudar!
Mas a fé não é hereditária, e se queremos transmiti-la aos nossos filhos, precisamos demonstrar a importância que a fé tem para nós, e ir à Igreja com eles faz parte disso (não é tudo, mas é importante).
Nesse domingo mesmo cansados depois da semana agitada, Renato e eu decidimos ir, afinal a Ana, que saiu do hospital na quinta era quem mais queria ir.
No louvor cantaram a música "Doce nome" da minha época de adolescente, mas que já nem me lembrava direito, não a cantava nem a ouvia há muito tempo.
Hoje peguei a Renata cantando essa música linda. Interessante que ela conseguiu pegar uma boa parte, mesmo ouvindo só uma vez, e a parte que ela cantava era
"Só de pronunciar o Teu nome, os meus medos se vão..."
A Renata está passando por um período muito difícil, está com muito medo. Disseram pra ela que uma van tem roubado crianças na saída da escola, e mesmo com nossos esforços para convencê-la de que isso é só um boato de internet, ela ainda estava tendo dificuldade para superar o medo, então foi uma grande alegria quando percebi que ela estava não apenas cantando a música do louvor, mas também estava sentindo em seu coração a certeza de que o doce nome de Jesus pode afastar todo o medo.
Nesse mundo terrível é difícil cultivar a fé, mas se nos propomos a isso, é certo que o Autor e Consumador dessa nossa Fé irá nos ajudar!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Flechas nas mãos do Valente...
"Como flechas nas mãos do valente, assim são os filhos nascidos na mocidade"
Salmo 127:4
Esse foi o vercículo que escolhi para o meu blog, como um "lema". Também foi o verciculo principal do Culto do Bebê da Rafaela (e outros bebês), em novembro. A pregadora, esposa de um pastor de uma congregação da nossa Igreja, falou de uma forma tão maravilhosa sobre o tema que de modo algum eu poderia deixar de postar sobre isso, só demorei porque estava pensando em pedir que ela mesmo escrevesse o texto, de acordo com a pregação. Acontece que eu não tenho contato algum com ela, só a vi dessa vez e pronto, então decidi escrever eu mesma. Acho que me lembro de todos os pontos que ela ressaltou: Apesar do verciculo ser pequeno, diz muitas coisas importantes:
- "Como flechas NAS MÃOS..."- Me lembro perfeitamente de sua primeira pergunta_ "Quem aqui pode dizer 'meu filho está NA MINHA MÃO'?_ Não nas mãos da escola, da avó, da babá, mas nas suas mãos?" Infelizmente poucas pessoas presentes podiam responder positivamente, e eu me senti muito feliz por poder dizer "Sim, elas estão em minhas mãos-" Ela completou- "Quem aqui acorda e vai dormir com os filhos?"-Ela não pedia respostas, ou manifestação alguma, apenas fazia as perguntas para refletirmos. Nesse momento percebi que até onde eu sabia, eu e minha amiga Karina, que também tem 3 filhas, éramos quase as únicas que podíamos novamente dar uma resposta positiva, apesar de sermos as mães com mais filhos ali (quase todos eram filhos únicos) e também termos menor formação acadêmica, e provavelmente as "menores rendas", muitos desafios e dificuldades, mas estávamos felizes com nossa vida, por sermos mães, e termos nossas pequeninas em nossas mãos.
- "...do valente..." Ela ressaltou a importância de sermos fortes, guerreiros, lutar pelos nossos filhos. Em algum momento ela também fez um comentário muito interessante: Ela havia levado um brinquedo tipo arco e flecha, para demonstrar, e mostrou que na embalagem havia aquela velha recomendação "Proibido para menores de 3 anos" e acrescentou de forma irônica, mas muito relevante: "Quantas crianças de menores de 3 anos nós vemos por aí dominando seus pais? Parece que os pequenos é que tem seus pais nas mãos, e não o contrario!"
- Ela também falou da importância de termos um alvo claro para os nossos filhos -JESUS, e ensiná-los com dedicação para que alcancem esse alvo, lembrando que o mais importante é o exemplo. Destacou o cuidado para que nossas flechas estejam "retas", e que nossos braços sejam fortes para "atirá-las".
Esperamos somente ter forças e uma visão clara do Alvo- bem definido, e então atirá-las, para a Glória de Deus!
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