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"...porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor."Josué 24:15

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Malditas Manias!








Uma das queixas que mais vejo por aí, entre essas mamães de blogs de todo lugar é a mania que os outros tem de fuxicar a vida alheia, essa coisa de dar palpite na criação dos filhos, todo mundo tem um conselho, quer você peça ou não: quem é mãe sabe.Primeiro vou confessar que segurar a língua pra não sair palpitando é algo que eu tenho aprendido, e praticado, à duras penas (desculpem, mania herdada da minha mãe) até mesmo quando me pedem uma opinião ou me perguntam algo (afinal ser mãe de 3 às vezes parece significar ser PhD em maternidade, ah! nem é assim, mas...) eu tenho que me conter pra não sair tagarelando como se fosse a própria rainha da verdade- tenho ficado boa nisso, às vezes até fujo da resposta pronta, e saio com uma tipo "cada criança é diferente, né?" ou pior, rebato a pergunta, tipo " Como você acha que foi, ou seria?", enfim (aí, já saí falando demais, como sempre). Em segundo lugar vou revelar que eu NÃO me incomodo com criticas, sugestões e afins (não sou alienígena, eu juro) acho que isso deve-se ao fator de eu mesma ser uma palpiteira de mão cheia, e assim eu entendo que a maioria das vezes os pitecos simplesmente "escapolem" sem querer (querendo), e muitas vezes a intenção dos outros é mesmo ajudar (eu sei, de boas intenções o inferno tá cheio), não sei se sou eu a boba, mas realmente creio na inocência das pessoas. Alem do mais ignorar o que não me interessa é algo que eu sempre fiz, penso que se não matar engorda, digo, se não acrescentar, também não atrapalha. Percebi isso- com relação aos cuidados com os bebês, logo no primeiro dia que estava em casa com a Ana Júlia, e recebi muitas visitas, a maior parte, coroas  amigas da minha mãe. Foi justamente um palpite que me convenceu a não dar ouvidos aos mesmos: "Ela tá trocando o dia pela noite, é? Então, é só vestir a roupinha dela pelo avesso!" (no coments)

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 Pois esqueçam então as asneiras que ouvimos, afinal, nunca me preocuparam, e pulemos para a fase atual.
Euzinha aqui, depois de gerar e parir as 3 princesas e comer feito uma vaca, me encontro 30 Kg acima do peso (isso não é segredo, né?) E não é que a essa altura do campeonato eu me esbarro na maldita mania de palpitar que tanta gente tem?
"Ah, não, essa dieta não funciona, já tentei" "Remédio? Pra quê? Depois volta tudo que você perdeu" " Ouvi falar que isso faz mal, conheço gente que ficou doente!" Como é difícil, meu Deus, achar um apoio, uma opinião positiva! De 5 ou 6 pessoas com quem falei (pessoalmente) acho que só duas me animaram, sendo realistas, sinceras, mas ainda positivas. Eu passei numa boa (ou quase) pelo "Seu leite é fraco" e "Ela deve estar com frio" Mas quando o negocio é dieta tudo de ruim que ouço soa num tom de "eu não consegui, tomara que você também não consiga!" Como se o meu fracasso aliviasse o seu próprio, afe!

De repente eu me lembrei de um "questionário" que li no blog piscar de olhos (clica aí- DEPOIS de terminar de ler esse post, e leia tudo, vale a pena)
A pergunta de 1 milhão, é:

"Sente que, às vezes, tem mais apoio de amigos virtuais do que os reais?"

A resposta da autora é sim, e a minha também, e a sua, qual é?


Ps.: Tenho que acrescentar que quem realmente me apoia e me faz sentir muito melhor é uma amiga real e virtual, explico: é minha amiga Juliana, que estudou comigo no colegial, e agora mora no Canadá, por isso agora é amiga à distancia (o que pra mim não faz diferença mesmo!), e digo mais- sendo ela, alem de um amor de pessoa, uma nutricionista, a opinião dela vale mais do que mil! 
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