"...porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor."Josué 24:15-16

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Como aumentar imunidade das crianças



Pois é, essa que vos fala encontra-se num mal estar terrível, e se auto diagnosticou com outra virose, a ultima, que compartilhei com a Rafaela foi em Novembro, a Herpangina, e agora parece que contraímos um vírus coletivamente, que de presente trouxe naúsea, dor no corpo e muita indisposição, sem febre, até o momento.
Como as adultas aqui- Minha irmã e eu, que deveríamos estar mais "fortinhas" somos, na verdade quem mais está sofrendo, percebi como as meninas estão resistentes, especialmente a Ana e a Renata. Ana só queixou-se de dor de cabeça, e a Renata teve naúsea só um dia, e um pouco de cólica até agora, já a Rafaela já estava meio gripada, ainda não melhorou, mas não piorou também. Assim me lembrei do abençoado remédio que as meninas tomaram ano passado, para melhorar a imunidade, o Paxoral (leia a bula aqui), e se você tem passado por crises de viroses, infecções e afins com seu filhote, recomendo que fale com o pediatra sobre o tratamento, pois aqui o resultado foi muito bom, elas quase não adoecem, quando acontece melhoram rapidamente, e não se abatem. Além disso li esse artigo lá na Crescer, imprimi e colei no armário, só para lembrar sempre.

Aí está, vale mesmo a pena, viu?

8 maneiras de aumentar a imunidade do seu filho



Será que é possível ajudar a criança a ficar menos doente? Confira o que dizem os especialistas

Aurora Aguiar e Bruna Caricati

Quantas vezes você não pensou que bom seria blindar o seu filho de todos os vírus e bactérias que existem por aí? OK, ninguém quer ver o filho de cama, mas saiba que ficar doente também faz parte da infância. Por isso, nada de desespero ao primeiro sinal de gripe, resfriado ou infecção de ouvido no seu filho. “Muitas vezes, os pais encaram a doença como uma coisa ruim, e não é. É importante saber que nesse momento a criança está se imunizando contra o agente causador daquela doença”, diz Gerson Matsas, pediatra do Hospital Samaritano (SP). Vale lembrar que, quando o bebê nasce, ele conta apenas com os anticorpos que recebeu de sua mãe durante a gestação, e essa proteção dura só até o sexto mês de vida. Depois, é ele quem vai ‘fabricar’ suas próprias defesas.

Apesar disso, você pode dar uma força, sim, na imunidade do seu filho. O principal é manter hábitos saudáveis, que deixam as defesas das crianças mais fortes:


Leite materno – Além de todos nutrientes em sua composição, contém anticorpos (principalmente no colostro, que sai dos seios nos primeiros dias após o parto) que protegem as crianças de infecções de ouvido, alergias, diarreias. Funciona como uma primeira vacina. A recomendação do Ministério da Saúde é a de que o aleitamento exclusivo aconteça até o sexto mês de vida do seu filho.
Alimentação – Evite produtos industrializados. Frutas, verduras e legumes devem estar presentes na dieta do seu filho – são eles que irão contribuir para a necessidade diária de vitaminas, sais minerais e nutrientes, fortalecendo o organismo da criança. Para incentivar o consumo desses alimentos, apresente-os de forma diferente. Cuide também do visual, criando lanches com formatos divertidos.
Vacinação – Item fundamental para proteger as crianças de uma série de doenças graves. Se você tem receio dos efeitos colaterais que podem surgir, saiba que, em geral, não vai passar de uma febre e dor no local na picada. Confira nosso calendário de vacinação
Higiene – Um estudo realizado pela Duke University (EUA) concluiu que limpeza em excesso faz mal à saúde da criança porque inibe a produção de anticorpos, alterando assim a imunidade natural. Sem contar que o uso descontrolado de produtos de limpeza pode provocar alergia no seu filho. O ideal é manter os cuidados básicos de higiene, como lavar as mãos após ir ao banheiro, antes das refeições, escovar os dentes, manter a casa sempre limpa, além higienizar os utensílios e roupas da criança - mas sem paranoia!

Casa livre de cigarro – É completamente contraindicado que os adultos fumem dentro de casa ou perto das crianças seja onde for. O fumo passivo aumenta a chance de o seu filho adquirir doenças respiratórias graves porque ele fica com o pulmão mais fragilizado. Um exemplo é o vírus sincicial (que circula principalmente entre os meses de abril e maio), que ataca menores de 2 anos.

Rotina – Ela é fundamental para o bem-estar da criança. Por isso, estabeleça horários determinados para alimentação, higiene e sono. Eventos a toda hora que fogem muito da rotina costumam deixar a criança mais irritada. Hábitos mais regrados fazem com que a criança tenha uma vida mais tranquila e saudável.

Sol – Fundamental para a saúde do seu filho, o banho de sol deve fazer parte do dia a dia da vida dele a partir do primeiro mês. Cinco a dez minutos são suficientes para fortalecer o sistema imunológico da criança e, principalmente, ajudar o organismo a ativar a vitamina D – evitando o raquitismo. Lembre-se, no entanto, de que os melhores horários para a exposição ao sol é antes das 10h ou após 16h. Não se esqueça de usar protetor solar (permitido para bebês acima de 6 meses), chapéus, bonés.

Atividade Física – Jogar bola, andar de bicicleta, pular corda. São atividades que aumentam o número de células exterminadoras naturais, fundamentais no combate a infecções virais e células tumorais, segundo pesquisa realizada por Ranjit Chandra, imunologista pediátrico da Universidade Memorial de Newfoundland, no Canadá. A prática regular de exercícios propicia também o desenvolvimento da musculatura e esqueleto da criança. Sem contar que ajudam a controlar o peso da criança e a reduzir o colesterol. Mas é preciso que o seu filho sinta prazer na atividade escolhida, e que seja feita de forma moderada. O bom senso é sempre a melhor medida.


Outras fontes: Fátima Rodrigues Fernandes, pediatra e alergista do Hospital Infantil Sabará (SP), e Rogério Pecchini, pediatra do Hospital da Santa Casa (SP)
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